Big bosta brasil e as suas palhaçadas: Um programa patético e explicito como BBB tem coragem de expulsar um integrante, mesmo pregando como sua principal característica a nudez e a sem-vergonhice aos seus telespectadores, teve tal coragem. Leiam abaixo tudo sobre o assunto:
Em depoimento à polícia, os dois disseram que houve consentimento. Ela afirmou que estava consciente durante a troca de carícias e que não houve penetração. Cada um foi ouvido por cerca de uma hora e meia.
Monique estava acompanhada de quatro advogados; Daniel estava sozinho.
O delegado Antônio Ricardo, do 32º DP, Taquara, zona oeste do Rio, deu entrevista coletiva sobre o caso nesta terça-feira (17).
"Eles confirmaram que se tocaram debaixo dos cobertores, com consentimento dos dois. Mas, se precisar, vamos ouvi-los novamente", disse o delegado, que não descartou uma acareação.
Monique não quis fazer o exame de corpo de delito.
O delegado disse que pretende seguir investigando se Daniel molestou Monique enquanto ela dormia. "A linha de invetigação é se ela estava inconsciente", explicou o delegado.
Calcinha, edredom e sunga foram recolhidos pela polícia. O delegado pretende agora analisar o material, além do vídeo e dos depoimentos.
"Não posso fazer uma análise agora para não tomar uma decisão precipitada", disse.
Por ora, o delegado descartou a prisão de Daniel. "Não vamos falar em prisão agora."
Em entrevista ao portal "R7", ele voltou a afirmar que o participante não estuprou Monique, mas que a questão do abuso estava sendo discutida.
"Estupro não houve. O problema é que a lei brasileira é muito ampla. O que se discute é o abuso [sexual], porque ela estava fora de condições. Ela estava sóbria, mas dormiu profundamente. Ele saiu do programa porque passou dos limites do relacionamento com as pessoas. O que ele fez na noite, até na visão dela, foi exagerado. A gente avaliou que a atitude dele foi ruim. No meio de uma festa, uma cantada mal dada pode causar uma eliminação", segue o diretor.
Boninho preferiu se isentar de julgar o participante: "Não tenho prova, não sou juiz, não posso dizer que o cara estuprou ou abusou. Foi uma decisão muito difícil".
Entenda o caso
Na madrugada de sábado para domingo (15), Daniel e Monique dormiram na mesma cama e foi possível observar uma movimentação intensa do modelo enquanto a estudante pouco se mexia.
Com a hashtag #danielexpulso, centenas de pessoas pediam a saída do participante pelo Twitter, acusando o modelo de ter feito sexo com Monique enquanto ela dormia.
Na segunda, a participante Monique foi chamada ao confessionário para esclarecer pela segunda vez --ela já havia feito isso poucas horas depois do ocorrido-- o que aconteceu entre ela e Daniel.
Poucos minutos depois do retorno de Monique, todos os participantes foram chamados para dentro da casa e recolheram algumas roupas do armário e colocaram em uma mala.
Daniel não foi mais visto pelas câmeras da casa e sua expulsão foi anunciada por Pedro Bial no programa de ontem.
Em conversa no confessionário, a gaúcha afirmou : "só se ele [Daniel] foi muito mau caráter de ter feito sexo comigo dormindo".
Durante o programa, o apresentador Pedro Bial afirmou que decisão foi tomada "sem precipitação, com o máximo de cuidado".
"Depois de criteriosa avaliação, a direção entendeu que o comportamento de Daniel foi motivo de eliminação", completou Bial.
O apresentador, contudo, não detalhou para os telespectadores qual o motivo da eliminação.
Reprodução
Imagem do vídeo que mostra Daniel e Monique na noite do suposto abuso
Mito ou verdade: o sangue pode ser usado para recarregar baterias?
Teoria da bateria humana está em estudos no Japão e nos EUA e, caso confirmada, poderá ser utilizada tanto dentro quanto fora do corpo humano.
Imagine circular pelas ruas da cidade dirigindo um carro movido a sangue. Ou então, tente visualizar um smartphone cuja bateria possa ser recarregada com suor. As ideias podem parecer improváveis ou meros relatos de obras de ficção, mas acredite: caso uma teoria em estudo no Japão e nos EUA seja confirmada, poderemos ter no futuro baterias humanas.
A proposta é bastante curiosa e já havia sido explorada, de maneira cômica e trash, no cinema com o filme “Carro a Sangue”. Entretanto, o grupo de pesquisa que lidera o projeto estima ter em mãos uma teoria consistente que comprova essa possibilidade. Logicamente, não estamos falando de ligar uma sonda nas veias para extrair sangue e alimentar um motor. A proposta é bem mais sutil do que pode parecer.
O sangue humano tem poder
Os trabalhos que levam a essa possibilidade estão centralizados em dois grupos de pesquisa. O primeiro deles é o Panasonic’s Nanotechnology Research Laboratory, no Japão, e o segundo é o Rensselaer Polytechnic Institute, localizado nos EUA. Ambos têm teorias similares sobre a utilização do sangue como fonte de energia, porém divergentes em alguns pontos técnicos.
A proposta do grupo japonês é retirar eletricidade da glicose do sangue, gerando uma energia de até 100 W. Mas como isso seria possível? A explicação ainda está apenas no campo teórico, mas a ideia é conseguir com que um dispositivo imite o funcionamento do corpo humano.
Um dos elementos que podem ser encontrados no sangue humano é a glicose. Quando em contato com a célula, a substância passa por um processo de respiração celular. O resultado disso é a geração de moléculas de ATP (trifosfato de adenosina), responsáveis por armazenar energia. Essa energia pode ser mensurada em watts, ou seja, transformada numa medida utilizada nos gadgets do dia a dia.
Como o corpo humano está em constante movimento, não é possível retirar energia do organismo para alimentar baterias externas sem que isso resulte em problemas de saúde a quem se submete à experiência. Contudo, os cientistas trabalham no desenvolvimento de bionanobaterias, dispositivos portáteis que auxiliariam nesse processo e permitiriam que alguns aparelhos pudessem ser recarregados junto ao corpo.
“É como o metabolismo do alimento. O corpo humano pode processar a glicose e obter energia. Quando ela é oxidada, os elétrons podem ser retirados”, explica Kazuo Eda, coordenador do trabalho. Em outras palavras, é como se a bateria fosse movida a açúcar, mas tivesse um funcionamento similar ao do corpo humano.
A teoria desenvolvida pelo grupo norte-americano segue basicamente a mesma linha de raciocínio. Em vez de utilizar os íons de lítio que compõem uma bateria AA, a proposta é lançar mão de um dispositivo flexível e fino, como uma folha de papel, e que pode ser recarregado com sangue ou suor.
O projeto do Rensselaer Polytechnic Institute foi apresentado ao mundo pela primeira vez em 2007, na edição de 13 de agosto da Proceedings of the National Academy of Sciences. A biobateria, que funciona com fluidos corpóreos, pode ser movida até mesmo a lágrimas ou urina.
A nova bateria é 90% feita de celulose, mesmo polímero que compõe o papel. Os outros 10% são feitos de nanotubos de carbono alinhados, o que garante ao dispositivo a cor preta e a capacidade condutora. O resultado de tudo isso é uma bateria ideal para utilização em aplicações médicas.
Para que utilize a energia dentro do corpo humano, a bateria, também chamada de papel nanocomposto, precisa ser ingerida. Já para utilizações fora do corpo humano, os cientistas encharcam o papel com fluído iônico, uma espécie de sal em forma líquida, proporcionando assim os eletrólitos.
Podendo fornecer energia para implantes médicos, como próteses, marca-passos e corações artificiais, a bateria pode ser aglomerada em várias folhas, se encaixando facilmente sob a pele sem causar desconforto para o usuário. Outra vantagem está nas temperaturas suportadas pelo líquido iônico: desde –73 °C até 148 °C. Com alta resistência e pouco peso, a bateria poderia ser utilizada na fabricação de automóveis e até mesmo aviões.
Apesar das teorias promissoras, ainda não há uma previsão concreta de quando tecnologias como essas poderão de fato ser colocadas em prática. Contudo, a melhor resposta para a pergunta do título deste artigo é que é verdadeira a possibilidade, ao menos em teoria, de termos o sangue humano como fonte de energia para baterias. Se a prática poderá comprovar isso, só o tempo poderá responder.
Resumo: Apple confirma iPhone 4S para 14 de outubro [vídeo]
Na primeira conferência após a saída de Steve Jobs, nova versão do smartphone da Apple é revelada e traz poucas novidades.
Agora é oficial: o iPhone 4S já tem data para chegar aos consumidores norte-americanos. No próximo dia 14 de outubro, a nova versão do smartphone da Apple desembarca nas lojas em suas três versões tradicionais: 16 GB, 32 GB e 64 GB (pela primeira vez). A apresentação do novo modelo foi realizada na tarde desta terça-feira (04/10), durante conferência comandada pelo novo CEO da empresa, Tim Cook.
Além das novidades em relação ao iOS 5 e aos novos produtos, a Apple apresentou ainda, como já é tradicional, uma atualização em seus números de vendas e faturamento. Mesmo com a recente aposentadoria de Steve Jobs, a empresa não dá sinais de perder o fôlego e demonstra ter fatias consideráveis de mercado em vários segmentos.
Por dentro da nova Apple
A conferência da Apple, realizada na tarde de hoje, teve um elemento incomum logo no início: Steve Jobs não estava presente. O papel de apresentador das novidades da empresa ficou a cargo de Tim Cook, novo CEO da empresa. Depois de 14 anos de história na companhia, Cook considerou um privilégio ter atingido o posto que agora ocupa.
Um dos primeiros assuntos a entrar em pauta foi a inauguração recente das Apple Store chinesas. O executivo se mostrou impressionado ao comentar que elas atingiram a marca de 100 mil visitantes em apenas um final de semana. “E pensamos que tínhamos ido muito bem com 100 mil visitantes em Los Angeles durante um mês”, ressaltou.
Para se ter uma ideia do tamanho do sucesso, apenas na abertura da loja foram vendidos mais iMacs do que as vendas de qualquer outra loja do mundo. Um vídeo mostrando o frenesi causado pela chegada da Apple ao território chinês arrancou muitos aplausos dos presentes.
O lançamento do Mac OS apenas em versão digital foi outro ponto comentado. O resultado surpreendeu a companhia e, até o momento, foram adquiridas 6 milhões de unidades do sistema operacional. Traçando um paralelo com o Windows 7, maior rival do SO, foram necessárias 20 semanas para que a Microsoft vendesse o número de unidades que a Apple comercializou em duas semanas.
Nos últimos cinco anos, o Mac vem desbancando os PCs em unidades vendidas. Atualmente, MacBook Pros e iMacs são os modelos número 1 em vendas no país, superando os PCs em pelo menos seis vezes.
6 milhões de unidades vendidas;
Vendeu em 2 semanas o que o Windows 7 demorou 20 semanas para comercializar;
MacBook Pro e iMacs são número 1 em vendas nos EUA.
Há dez anos, o iPod chegava ao mercado revolucionando a maneira como os usuários consumiam música. Hoje, o aparelho detém um market share de 70%, com mais de 300 milhões de aparelhos vendidos em todo o mundo. Para se ter uma ideia do quão imponente são os números, a Sony levou 30 anos para vender 230 mil walkmans.
Dos 300 milhões de iPods vendidos, 45 milhões deles foram comercializados no último ano, sendo que metade desses usuários adquiria seu primeiro aparelho. A plataforma de músicas da App Store, que entrou no ar com 200 mil títulos, teve seu acervo multiplicado por 100 e hoje conta com 20 milhões de canções.
Market share de 70%;
300 milhões de aparelhos vendidos, sendo 45 milhões no último ano;
Bem aceito e com ótimas notas nas avaliações, o iPhone 4 é hoje o responsável por mais da metade dos números da companhia. De acordo com uma pesquisa da ChangeWave, o modelo atingiu um índice de satisfação de 70%, contra apenas 49% da HTC, segunda colocada.
Já o iPad apresenta números ainda mais imponentes, mostrando-se um produto satisfatório para 95% dos consumidores. Sua popularização foi extremamente rápida e hoje o tablet já é parte do cotidiano de estudantes, pilotos de aeronaves e médicos, podendo ser útil para profissionais de qualquer área.
Scott Forstall, vice-presidente sênior da divisão de iOS, também subiu ao palco para revelar números do sistema operacional mobile da companhia. No mundo, a empresa contabiliza pelo menos 250 milhões de dispositivos rodando o SO da empresa. O iOS detém 61% do mercado quando o assunto é o uso de dispositivos móveis na internet.
No total, são mais de 500 mil aplicativos para o sistema, sendo que 140 mil deles são para iPad. Em três anos no ar, foram feitos mais de 18 bilhões de downloads, rendendo para os desenvolvedores ao menos US$ 3 bilhões.
O iOS 5 estará disponível para os usuários de iPad, iPad 2, iPod Touch (terceira e quarta gerações), iPhone 4 e iPhone 3GS a partir de 12 de outubro. As mudanças são mais sutis do que em anos anteriores. Entre elas, a maior novidade é um atalho para a câmera já na tela de desbloqueio do telefone.
O navegador Safari foi remodelado e o app de emails também. A integração total com as redes sociais foi outro ponto bastante ressaltado por Scott Forstall. Um novo sistema de notificações permitirá aos usuários se manterem atualizados com mais facilidade.
Para quem estava em dúvida sobre qual seria a atualização para a família de iPods, a principal novidade ficou por conta da cor. A partir de agora, será possível encontrar o modelo também na versão branca. O visual do produto permanece inalterado, bem como as suas capacidades e preços.
O modelo de 8 GB poderá ser comprado por 199 dólares. O de 32 GB chegará por US$ 299 e a versão mais poderosa (de 64 GB) será vendida pelo preço de US$ 399. O hardware não passou por modificações.
O player compacto da Apple também ganha novidades em sua próxima versão. A partir de agora, a tela a passa a ser multitouch, permitindo assim o reconhecimento de múltiplos toques simultâneos.
Outra possibilidade é a utilização do aparelho como relógio de pulso, graças a pulseiras especiais. Para isso, a Apple disponibiliza 16 interfaces diferentes que simulam relógios. Além disso, o Nano pode ser encontrado em sete cores diferentes. A versão de 8 GB chegará aos Estados Unidos por US$ 129 e a versão de 16 GB por US$ 149.
Pensando em atingir uma nova fatia de mercado e forçar a queda no preço dos smartphones, a Apple anunciou também o lançamento de uma versão 8 GB do iPhone 4. O modelo chegará às lojas norte-americanas pelo preço de US$ 99, nada menos do que US$ 100 mais barato do que o iPhone 4 16 GB, versão mais acessível disponível na atualidade.
Não houve nenhuma modificação no aparelho, com exceção do iOS que já virá atualizado para a quinta versão. Ainda não foi confirmado pela companhia se o modelo será vendido em outros países. Contudo, é bastante provável que o Brasil receba os novos aparelhos alguns meses após o lançamento no território norte-americano.
E, finalmente, o iPhone 4S
Nada de iPhone 5. Os rumores que apontavam para um grande salto tecnológico na nova versão do smartphone da Apple não se confirmaram e o que se viu foi “apenas” uma atualização de hardware somada a modificações tímidas de software. O novo modelo foi batizado de iPhone 4S.
A principal modificação fica por conta do processador. A empresa passa a utilizar no smartphone o mesmo modelo adotado em seus tablets. O A5 dual-core poderá gerar gráficos até sete vezes mais potentes, dobrando a sua capacidade de processamento.
Outra melhoria está na bateria, que foi modificada para oferecer a mesma autonomia que apresentava no iPhone 4, apesar da maior demanda de energia. A nova câmera agora tem sensor de 8 megapixels, capturando vídeos em até 1080p.
Controle de voz com o Siri
Outra inovação do iOS 5, que estará disponível apenas para os proprietários do iPhone 4S, é o Siri. Trata-se de um sistema de controle por voz que permite ao usuário utilizar a linguagem natural para dar ordens de comando ao aparelho. Disponível por enquanto apenas em inglês, no Reino Unido, nos EUA e na Austrália, a atração é uma das principais novidades do 4S.
A nova geração de celulares chega às lojas norte-americanas no dia 14 de outubro. Até o final do ano, o iPhone 4S estará disponível em 70 países, mas não foi confirmado se o Brasil está nessa lista. Os preços das versões – 16 GB, 32 GB e 64 GB – permanecem os mesmos: US$ 199, US$ 299 e US$ 399, respectivamente.
Confira as novidades do iPhone 4S:
Processador A5 dual-core;
Gráficos até 7 vezes mais potentes;
Processamento até 2 vezes mais veloz;
2 antenas para melhorias na recepção de sinal;
Conexões 3G melhoradas para até 14 Mbps de velocidade;
Tecnologia híbrida GSM e CDMA;
Nova câmera de 8 megapixels;
Iluminação do sensor para imagens mais claras;
Captura até 33% mais rápida;
Balanço de branco até 26% mais eficiente;
Captura de vídeos em até 1080p;
Estabilização de imagens em movimento;
Redução de ruídos na captura de vídeos.
Saiba tudo o que rolou na Conferência da Apple na tarde de hoje:
O que mudou entre o iPhone 4 e o 4S?
Siri: o assitente pessoal do novo iPhone
iCloud e iTunes Match confirmados para este mês
iPhone 4 ganha versão de 8 GB
iPhone 4S é finalmente revelado
iPod Touch ganha versão branca
iPod Nano pode ser transformado em relógio de pulso
O maior tunel do mundo! | Você com certeza já viu os famosos Alpes Suíços, seja em algum filme ou mesmo “ao vivo e a cores”. Essa cadeia de montanhas, além de ser muito famosa pela paisagem fantástica que representa, sempre foi considerada como uma verdadeira barreira que separa as partes norte e sul da Europa.
Isso porque transpor os Alpes é uma tarefa demorada e feita por estradas perigosas, cada vez mais cheias de carros, ônibus e caminhões – o que aumenta ainda mais os riscos, uma vez que o gelo e a baixa visibilidade são os grandes inimigos naturais no local.
Analisando esse crescimento substancial no movimento desse local, o governo Suíço resolveu levar adiante um projeto que já vinha sendo cogitado há muito tempo: a construção do Gotthard Base Tunnel, um gigantesco túnel ferroviário que atravessará os Alpes dando uma nova alternativa de viagem a toda Europa. Gotthard Base Tunnel (Fonte da imagem: Alp Transit)
A ideia
O Gotthard Base Tunnel é um projeto ambicioso por parte da Suíça, que começou a ser idealizado há muito tempo. A ideia foi primeiro discutida em 1947 e, em 1962, já surgiam os primeiros esboços.
Todavia, somente nos anos 90 é que a obra foi aprovada e teve seu início, com as primeiras sondagens geológicas e a primeira pá de terra sendo removida há cerca de 15 anos, em 1996. Desenho de como é o projeto (Fonte da imagem: Adaptação/ Alp Transit)
O projeto prevê a construção de um “túnel duplo”, com duas pistas paralelas e várias interseções e conexões por meio de galerias a cada 325 metros. Também existirão estações de emergência ao longo de todo o trajeto e sistemas para controle de temperatura e ventilação.
Escavar e construir, tudo ao mesmo tempo
Se escavar um túnel normal já exige cuidados extremos, imagina fazer algo que passará por baixo de uma cadeia de montanhas. A pressão, os tipos diferentes de rochas e o comprimento do GTB fazem do seu projeto algo único e que precisa ser trabalhado de maneira diferenciada. Gotthard Base Tunnel (Fonte da imagem: Alp Transit)
O processo de construção é feito praticamente em conjunto com as escavações. Enquanto as “Tunnel Boring Machines” perfuram rocha adentro, outros operários seguem criando as estruturas por trás do túnel.
Assim que o “buraco” é expandido, rapidamente são inseridos grandes blocos de concreto com as paredes do túnel – “peças” que são moldadas em outro local antes de serem encaixadas. Além delas, grandes arcos de aço são intercalados em todo o trajeto, algo fundamental para manter as galerias sem que haja qualquer desmoronamento.
E, antes de ganhar paredes, a estrutura recebe duas camadas de proteção: a primeira trabalha como um sistema de drenagem para que a construção não seja afetada pela umidade. Já a segunda é de um material impermeável e totalmente à prova de água, para garantir a proteção contra essa “ameaça molhada”.
O transporte de material, máquinas e pessoal é feito por trilhos provisórios instalados ao longo do túnel. Apesar de em alguns trechos a parte definitiva estar sendo já colocada, somente quando a obra estiver praticamente completada é que os trilhos para trens de alta velocidade estarão presentes em todo o percurso.Gotthard Base Tunnel (Fonte da imagem: Alp Transit)
Além disso, existem pequenas estações “descartáveis” que foram criadas ao longo do percurso para facilitar a evolução da obra. Uma delas, criada no meio dos Alpes, será, inclusive, transformada em uma estação turística, contando até mesmo com um elevador que subirá cerca de mil metros montanha acima, chegando à superfície.
Para fazer do Gotthard Base Tunnel uma realidade, 2 mil operários divididos em turnos trabalham incessantemente nas obras, que acontecem 24 horas por dia, 365 dias por ano.
TBM – as estrelas da obra
Operários posam na frente de uma TBM (Fonte da imagem: Alp Transit)
Apesar de contar com tantos trabalhadores, a escavação desse “colosso” não seria possível sem as “Tunnel Boring Machines”, conhecidas também como TBM e carinhosamente chamadas de “Moles”.
Utilizadas em várias das grandes obras modernas, aqui elas também têm papel de destaque. As quatro TBMs presentes na construção do túnel trabalham firme para abrir caminho. Essas máquinas são como gigantescas furadeiras que contam com “escudos de corte” em sua parte frontal.
Com cerca de 12 metros de diâmetro, esses “escudos” têm várias lâminas que, prensadas junto às pedras, podem avançar até 40 metros por dia em “rochas duras”. Tudo o que é removido da montanha pela máquina já sai triturado por esteiras presentes em seu corpo, que levam esses “entulhos” para longe da obra.
Falando no tipo de pedra, pode parecer estranho, mas nessa obra, encontrar “rochas moles” pode atrasar consideravelmente o trabalho. Isso porque elas tornam (em muitos casos) impossível a utilização das “Moles”, uma vez que a sua instabilidade pode acabar causando desmoronamentos. E sem elas, o progresso fica resumido a poucos metros diários.
....
Quando ficar pronto, o Gotthard Base Tunnel fará a ligação entre “dois lados” da Europa, conectando-se a uma gigantesca malha ferroviária que está em expansão no continente.
Previsto para ser inaugurado no fim de 2016, o GBT deve encurtar em aproximadamente duas horas as viagens entre Zurique e Milão, por exemplo. Por se tratar de uma linha plana e com curvas suaves, a velocidade constante dos trens dentro do túnel será de 240 quilômetros por hora.
Você pode achar que o monitor com caracteres verdes da trilogia Matrix é fruto da ficção, mas a verdade é que ele já foi mais real do que se imagina. E se hoje você pode ler este texto em um monitor de cristal líquido com milhões de cores, deve agradecer aos engenheiros e pesquisadores que permitiram tamanha evolução da tecnologia.
Os monitores começaram a surgir junto com a computação pessoal e evoluíram da mesma maneira. No final da década de 1970 apareceram os primeiros modelos compactos que poderiam ser utilizados em conjunto com máquinas da época (como o Apple II e algumas peças criadas pela IBM).
Foi nesse período que surgiram os monitores CRT (tubo) de fósforo verde, como o IBM 5151, lançado no ano de 1981. Os monitores de fósforo verde só podiam reproduzir uma cor (o verde, em várias tonalidades) e sofriam com o chamado “efeito fantasma”. Esse efeito era percebido quando os caracteres de texto eram trocados rapidamente ou quando havia rolagem na tela.
A IBM e o surgimento das cores
As primeiras placas de vídeo coloridas que surgiram no mercado trouxeram três padrões de vídeo para os consumidores. Lançado em 1981, o padrão CGA (Color Graphics Adapter) permitiu que algumas poucas cores chegassem às telas. No total, 4 cores principais e até 16 tonalidades podiam ser projetadas nas telas (dependendo da diminuição das resoluções para isso).
Três anos mais tarde, a mesma empresa anunciou a produção de placas EGA (Enhanced Graphics Adapter), que permitiam até 64 cores na tela. Assim como a geração anterior, o padrão EGA também foi criado para aumentar as vendas e consolidar o IBM PC como principal computador pessoal dos Estados Unidos.
(Fonte da imagem: Recycle Goods)
Em 1987, a IBM criou o seu último padrão exclusivo, o VGA. Garantindo resoluções de até 800 x 600 pixels, foi o primeiro a permitir que até 256 cores estivessem carregadas. O conector criado para o sistema foi reaproveitado dois anos mais tarde, quando o consórcio VESA (Video Electronics Standards Association) desenvolveu o SVGA.
A importância das placas de vídeo
Ainda com as telas de tubos, no final da década de 1990 começaram a surgir as placas de vídeo mais avançadas, mais parecidas com as que conhecemos hoje. Além da memória, a preocupação com processadores especialmente criados para cálculos gráficos permitiu uma evolução enorme no segmento. NVIDIA e ATI (atualmente AMD) começaram a corrida pela placa mais poderosa e as aceleradoras 3D mostravam que tinham chegado para ficar. Uma outra corrida começou a ser disputada no mesmo período: a busca pela popularização do cristal líquido.
E o LCD chega ao mercado
Muitas décadas atrás, o cristal líquido já havia sido incorporado a uma série de telas, mas o alto custo fez com que a produção delas fosse abandonada. Somente em 1997, monitores para desktop voltaram a ser criados com o material, ainda com preço elevado. Mais tarde, em 2007, pela primeira vez na história, o número de monitores e TVs de LCD superou o CRT em volume de vendas.
A alta qualidade dos monitores de LCD exigiu a criação de um novo padrão de transmissão de dados. Foi então que surgiu o DVI (Digital Visual Interface), que elevou as resoluções e permitiu que a computação chegasse a níveis jamais antes imaginados. O mesmo pode ser dito sobre oHDMI, que atualmente é o padrão digital mais utilizado. (Fonte da imagem: divulgação / ASUS)
Uma das principais vantagens dos padrões digitais somados ao LCD é o aumento da taxa de frames por segundo. Graças a essas frequências maiores, os kits 3D puderam ser desenvolvidos e aplicados aos computadores.
Outras tecnologias
Você pode estar se perguntando: “onde estão os monitores de plasma?”. A verdade é que eles possuem pouca importância no mundo dos monitores de computador, pois passaram pouco tempo sendo utilizados. O plasma é recomendado para telas com mais de 40 polegadas e monitores raramente passam das 21.
No futuro, é possível que vejamos novas tecnologias surgindo. Como é o caso das telas OLED, que devem ser aperfeiçoadas em poucos anos e podem chegar ao mercado ainda nesta década. Um pouco mais para o futuro temos as telas de pontos quânticos e os monitores holográficos, que quando surgirem, serão a sensação da tecnologia.
.....
Como você viu, em 30 anos, a tecnologia dos monitores evoluiu bastante e ainda há muito o que ser explorado. Como serão os monitores daqui a cinco ou dez anos, ninguém sabe. Mas é bem verdade que a tecnologia avança a cada dia e imaginar telas holográficas e monitores 3D muito mais realistas não é sonhar demais.
Você pode achar que o monitor com caracteres verdes da trilogia Matrix é fruto da ficção, mas a verdade é que ele já foi mais real do que se imagina. E se hoje você pode ler este texto em um monitor de cristal líquido com milhões de cores, deve agradecer aos engenheiros e pesquisadores que permitiram tamanha evolução da tecnologia.
Os monitores começaram a surgir junto com a computação pessoal e evoluíram da mesma maneira. No final da década de 1970 apareceram os primeiros modelos compactos que poderiam ser utilizados em conjunto com máquinas da época (como o Apple II e algumas peças criadas pela IBM).
Foi nesse período que surgiram os monitores CRT (tubo) de fósforo verde, como o IBM 5151, lançado no ano de 1981. Os monitores de fósforo verde só podiam reproduzir uma cor (o verde, em várias tonalidades) e sofriam com o chamado “efeito fantasma”. Esse efeito era percebido quando os caracteres de texto eram trocados rapidamente ou quando havia rolagem na tela.
A IBM e o surgimento das cores
As primeiras placas de vídeo coloridas que surgiram no mercado trouxeram três padrões de vídeo para os consumidores. Lançado em 1981, o padrão CGA (Color Graphics Adapter) permitiu que algumas poucas cores chegassem às telas. No total, 4 cores principais e até 16 tonalidades podiam ser projetadas nas telas (dependendo da diminuição das resoluções para isso).
Três anos mais tarde, a mesma empresa anunciou a produção de placas EGA (Enhanced Graphics Adapter), que permitiam até 64 cores na tela. Assim como a geração anterior, o padrão EGA também foi criado para aumentar as vendas e consolidar o IBM PC como principal computador pessoal dos Estados Unidos.
Em 1987, a IBM criou o seu último padrão exclusivo, o VGA. Garantindo resoluções de até 800 x 600 pixels, foi o primeiro a permitir que até 256 cores estivessem carregadas. O conector criado para o sistema foi reaproveitado dois anos mais tarde, quando o consórcio VESA (Video Electronics Standards Association) desenvolveu o SVGA.
A importância das placas de vídeo
Ainda com as telas de tubos, no final da década de 1990 começaram a surgir as placas de vídeo mais avançadas, mais parecidas com as que conhecemos hoje. Além da memória, a preocupação com processadores especialmente criados para cálculos gráficos permitiu uma evolução enorme no segmento. NVIDIA e ATI (atualmente AMD) começaram a corrida pela placa mais poderosa e as aceleradoras 3D mostravam que tinham chegado para ficar. Uma outra corrida começou a ser disputada no mesmo período: a busca pela popularização do cristal líquido.
E o LCD chega ao mercado
Muitas décadas atrás, o cristal líquido já havia sido incorporado a uma série de telas, mas o alto custo fez com que a produção delas fosse abandonada. Somente em 1997, monitores para desktop voltaram a ser criados com o material, ainda com preço elevado. Mais tarde, em 2007, pela primeira vez na história, o número de monitores e TVs de LCD superou o CRT em volume de vendas.
A alta qualidade dos monitores de LCD exigiu a criação de um novo padrão de transmissão de dados. Foi então que surgiu o DVI (Digital Visual Interface), que elevou as resoluções e permitiu que a computação chegasse a níveis jamais antes imaginados. O mesmo pode ser dito sobre oHDMI, que atualmente é o padrão digital mais utilizado. (Fonte da imagem: divulgação / ASUS)
Uma das principais vantagens dos padrões digitais somados ao LCD é o aumento da taxa de frames por segundo. Graças a essas frequências maiores, os kits 3D puderam ser desenvolvidos e aplicados aos computadores.
Outras tecnologias
Você pode estar se perguntando: “onde estão os monitores de plasma?”. A verdade é que eles possuem pouca importância no mundo dos monitores de computador, pois passaram pouco tempo sendo utilizados. O plasma é recomendado para telas com mais de 40 polegadas e monitores raramente passam das 21.
No futuro, é possível que vejamos novas tecnologias surgindo. Como é o caso das telas OLED, que devem ser aperfeiçoadas em poucos anos e podem chegar ao mercado ainda nesta década. Um pouco mais para o futuro temos as telas de pontos quânticos e os monitores holográficos, que quando surgirem, serão a sensação da tecnologia.
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Como você viu, em 30 anos, a tecnologia dos monitores evoluiu bastante e ainda há muito o que ser explorado. Como serão os monitores daqui a cinco ou dez anos, ninguém sabe. Mas é bem verdade que a tecnologia avança a cada dia e imaginar telas holográficas e monitores 3D muito mais realistas não é sonhar demais.